Pesquisa encomendada pela Rede Top FM revela aprovação robusta do governador e sinaliza confiança na administração em meio a desafios
Uma pesquisa realizada pelo Instituto Ranking Brasil Inteligência, por encomenda da Rede de rádios Top FM, apontou que 75% dos eleitores de Campo Grande aprovam a gestão do governador Eduardo Riedel (PSDB). O levantamento foi conduzido entre 26 e 31 de março deste ano, com a participação de 1.000 eleitores com 16 anos ou mais, abrangendo as sete regiões urbanas de Campo Grande, além dos distritos de Anhanduí, Rochedinho e áreas rurais.
De acordo com a pesquisa, a aprovação de Riedel se apresenta robusta, com 75% dos entrevistados manifestando apoio, enquanto apenas 20% indicaram reprovação e 5% não souberam opinar ou optaram por não responder. Além disso, 44% dos eleitores avaliaram a administração do governador como boa ou ótima, 32% classificaram como regular e 17% consideraram a gestão ruim ou péssima, com 7% dos participantes sem opinião formada.
Embora o estudo também tenha avaliado o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o destaque fica para o desempenho de Riedel, cuja gestão tem conquistado a confiança dos campo-grandenses. O levantamento, com intervalo de confiança de 95% e margem de erro de 3 pontos percentuais, indica que, mesmo diante dos desafios típicos da administração pública, a proposta de Riedel tem ressoado positivamente entre os eleitores.
O resultado sugere que a população de Campo Grande valoriza as medidas implementadas pelo governador e que há uma expectativa de continuidade no bom desempenho dos serviços públicos sob sua gestão. A pesquisa reforça a importância do diálogo e da transparência na administração pública, além de sinalizar que a cidade está atenta às ações de seus gestores.
Com esses números, a administração estadual se mostra fortalecida, podendo usar esses dados para direcionar novas políticas públicas e fortalecer o apoio popular, especialmente em um cenário político marcado por desafios e mudanças. A pesquisa destaca ainda a relevância de análises periódicas sobre a opinião dos cidadãos, que servem de termômetro para as decisões governamentais e a articulação de estratégias futuras.